O glaucoma, na maioria dos casos, desenvolve-se de forma lenta e não demonstra nenhum sintoma até que o quadro se agrave. Por ser uma doença crônica, não há cura, mas tem tratamento que reduz o risco de perda da visão, como explica Cristiano Caixeta, presidente do Conselho Brasileiro de Oftalmologia, professor e chefe do departamento de glaucoma da Santa Casa de São Paulo.

Apresentação – Humberto Martins

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