Samba da Minha Terra relembra a curta e meteórica carreira do cantor e compositor Agepê, que nasceu em 10 de agosto de 1942 com o nome de Antônio Gilson Porfírio e viveu apenas 53 anos. Entre os anos 70 e 90, ele emplacou sambas românticos em trilhas sonoras de novelas e entrou para a história pelo pioneirismo na venda de mais de um milhão de cópias de um disco só de samba (“Mistura brasileira”, em 1984). Agepê foi parar na capa da Revista Veja e virou figurinha carimbada nos principais programas de rádio e TV da época. Ele também integrou a ala de compositores da Portela e quase sempre incluía afoxés e outros batuques afros nos 15 álbuns que lançou. Foto: capa de disco.
Deixa eu te amar (Agepê, Mauro Silva e Camillo) Agepê
Cheiro de primavera (Agepê, Canário, Gilsinho e Roberto Lopes) Agepê
Lindo é você ser a minha mulher (Zé Catimba e Geraldo do Norte) Agepê
Menina dos cabelos longos (Agepê e Canário) Agepê
Moro onde não mora ninguém (Agepê e Canário) Agepê
Clara claridade (Agepê, Romildo e Ney Alberto) Agepê
A bandeira de Vilma (Bira e Catoni) Agepê
Coisas da Portela (Agepê e Jesser Macedo) Agepê
Canto de guiné (Jesus Martins e Miro do Surdo) Agepê
A lenda da estrela do mar (Edil Pacheco e Paulo César Pinheiro) Agepê
Ilê-Aiyê (Edil Pacheco e Paulo César Pinheiro) Agepê
Kiriê (Catoni, Norival Reis e Joel Menezes) Agepê
Moça criança (Agepê e Canário) Agepê
Atalhos (Carlos Barbosa e Dom Mita) Agepê
Louca (Agepê, Canário e Beto Correa) Agepê
De todas as formas (Agepê, Canário e Zé Catimba) Agepê
Virou mania (Agepê, Serginho Beagá e Toninho Geraes) Agepê
Cama e mesa (Roberto Carlos e Erasmo Carlos) Agepê
Outros caminhos (Dona Ivone Lara e Delcio Carvalho) Dona Ivone Lara e Velha Guarda da Mangueira
Sonoplastia: Edmilson Farias
Apresentação e pesquisa: José Carlos Oliveira