Dramaturga, atriz, diretora e crítica teatral, a carioca Luh Maza é considerada a primeira roteirista transexual da televisão brasileira. Sua escrita dá voz a narrativas marginalizadas, em especial das comunidades negra e LGBTQIA+. Em seus 20 anos de carreira, Luh já encenou dezenas de peças no Brasil e em Portugal, como Kiwi e Carne Viva. Também foi indicada ao Prêmio Jabuti de Literatura em 2010 e ao Prêmio Roteirista do Ano 2020, concedido pela Associação Brasileira de Autores Roteiristas, pelo trabalho desenvolvido na série Sessão de Terapia.
No Trilha das Artes, Luh Maza relembra os principais pontos de sua trajetória, fala do poder transformador da arte, e da importância de se falar de sonho, esperança e amor. A artista também comenta suas escolhas musicais:
– O Mundo é um Moinho (Cartola), com Cartola
– O Tempo Não Pára (Cazuza e Arnaldo Brandão), com Cazuza
– Boa Esperança (Emicida e Nave), com Emicida
– Balada de Gisberta (Pedro Abrunhosa), com Maria Bethânia
– Zero (Liniker), com Liniker
Produção e apresentação: Mônica Montenegro
Sonoplastia: Alan Sousa
Crédito foto: Luciana Zacarias